Introdução
Lembra-se há alguns anos quando todos falavam sobre como o Bitcoin sozinho estava utilizando tanta energia quanto um país de médio porte para permitir uma especulação financeira desenfreada? A demanda era tanta que empresas de tecnologia começaram a se preocupar seriamente com o consumo energético da mineração de Bitcoin.
A Corrida pela IA e a Negligência Climática
Contudo, os tempos mudaram. A conversação agora é sobre Inteligência Artificial (IA). À medida que a promessa de IA se torna mais tangível, muitas empresas de tecnologia estão redirecionando seus esforços e potencialmente causando danos profundos ao meio ambiente e ao clima em geral. Na ânsia de dominar a indústria em ascensão da IA, essas empresas estão deixando de lado compromissos prévios para reduzir suas emissões de carbono.
A Carga Climática da IA
A carga ecológica das tecnologias de IA é frequentemente obscurecida pela complexidade da própria tecnologia. As pegadas de carbono ocultas na mineração de dados, processamento e infraestrutura de nuvem para suporte à IA são enormes. A IA gerativa, por exemplo, uma subcategoria de IA que é usada para gerar novos dados a partir de dados existentes, é particularmente voraz em termos de consumo de energia.
Olhando para o Futuro
Entretanto, ainda há esperança. Uma maior conscientização desse problema poderia levar a mudanças positivas. Há um apelo crescente para que mais pesquisa seja conduzida neste campo, para lembrar às empresas que o futuro da IA não deve ser construído à custa de nosso futuro climático.
Fonte: Disconnect.blog. Reportagem de Paris Marx. Generative AI is a climate disaster. 05 de julho, 2024. Disponível em: https://disconnect.blog/generative-ai-is-a-climate-disaster/. Acesso em: 05 de julho de 2024.






